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Ficar duas horas na cama pode ser um problema para os idosos?

Diversas doenças podem levar um idoso a ficar acamado, o que requer cuidados importantes por parte do cuidador, familiar ou da equipe que o atende. Se o idoso ainda for consciente, é essencial ter uma rotina e fazer um planejamento de todas as atividades que vão acontecer durante o dia. “Quando falamos de uma pessoa acamada, nos referimos a alguém que teve suas expectativas em relação à velhice interrompidas por uma grave doença que lhe causou o que todos querem evitar: a dependência. Portanto, o maior cuidado que devemos ter é com a saúde emocional deste idoso”, afirma Karen Elise de Campos, gerontóloga e docente do curso de cuidador de idoso do Senac São Paulo. 

Por esse motivo, é fundamental conhecer a personalidade do idoso, saber as vontades dele e o que mais o agrada. “Há idosos que podem estar na cama totalmente imóveis, mas cuja parte cognitiva está preservada. Dessa forma, eles têm vontades e capacidade de decidir o que querem assistir, vestir e comer. No entanto, há aqueles que não possuem essa autonomia por problemas de comprometimento cognitivo. Sendo assim, o cuidador pode tomar as decisões por aquela pessoa”, explica Eliana Elvira Pierre Lima, enfermeira e autora do livro “Cuidador de Idosos: Práticas e Reflexões do Cuidar com Cuidado

Veja o vídeo de nossos parceiros de como ajudar um idoso que fica 2 horas na cama

Porque devemos ficar atentos a sonolência excessiva diurna em idosos? Veja aqui

A terceira idade é uma fase da vida que requer cuidados específicos para que o idoso possa viver com mais qualidade. Portanto, estar atento a alguns sinais ou comportamentos, como a sonolência excessiva diurna em idosos, é fundamental para identificar a causa dos problemas e propor o tratamento adequado quanto antes.

O sono é essencial para a saúde do organismo. No entanto, vale ressaltar que ele deve acontecer na medida certa. Isso porque dormir pouco ou em excesso pode ser sinal de alguma disfunção. Tratando-se de idosos, a atenção deve ser ainda maior, uma vez que o excesso de sono pode ser um sinal da manifestação de demências ou de outras patologias.

Que tal aprofundar os seus conhecimentos sobre o tema? Prossiga com a leitura deste texto e adquira informações relevantes.

O que significa a sonolência excessiva diurna em idosos?

Segundo especialistas em distúrbio do sono, é normal que na velhice ocorra uma redução da necessidade de dormir. Portanto, o excesso de sono sinaliza algum transtorno na saúde do idoso.

Especialistas classificam a queixa de sonolência excessiva diurna como hipersonia. Trata-se de um transtorno que se manifesta pelo ato de dormir demais, ou seja, pelo indivíduo passar dormindo grande parte do tempo que deveria estar acordado.

O sono em excesso pode ser causado por vários fatores, como a redução das atividades cognitivas por um longo período, a diminuição das horas de exposição ao sol e à luz e os poucos estímulos biológicos, físicos e químicos.

Outros fatores são a hipoglicemia, o hipotireoidismo, a má ventilação pulmonar nos bronquíticos crônicos e enfisematosos e o uso de antialérgicos ou tranquilizantes. Além disso, outros medicamentos também induzem a sonolência, como é o caso dos antidepressivos, antiespasmódicos e barbitúricos.

Vale ressaltar que a hipersonia, ou seja, a sonolência excessiva em idosos, é mais prejudicial à saúde do que a escassez do sono, comprometendo a expectativa de vida do idoso.

Conheça os problemas ocasionados pela sonolência excessiva

Ao atingir a terceira idade, uma série de mudanças ocorre na rotina das pessoas. Assim, elas precisam se adaptar à nova fase. Por exemplo, a diminuição de atividades físicas, a aposentadoria e o uso de medicamentos podem afetar o padrão de sono. Nessa faixa etária, são naturais as queixas de sonolência excessiva diurna, a falta de memória e o sono fragmentado ao longo da noite. 

Não dormir bem no período noturno pode, sem dúvidas, provocar a sonolência diurna em qualquer pessoa. Dormir um pouquinho durante o dia pode até ajudar a repor o cansaço e o sono perdido. Entretanto, há problemas quando o sono se torna excessivo.

Quando falamos de idosos, a investigação dever ser imediata, pois inúmeras complicações podem ser geradas e devem ser avaliadas por especialistas. Conheça as principais.

Depressão

Nessa fase da vida, a depressão é muito comum, mas muitas vezes passa despercebida. O sono excessivo é um indicador dos sintomas dessa patologia, bem como a perda de vontade de sair, de realizar atividades cotidianas e de ter vida social. Portanto, a situação merece atenção e cuidados específicos.

Deficiência nutricional

A terceira idade, por si só, já é uma fase bastante complexa, em que a pessoa automaticamente passa por um processo de transformação. Aqui, é bem comum a perda de nutrientes importantes para o organismo, ocasionando problemas como a anemia, que provoca cansaço e sonolência excessiva.

Efeito de medicamentos

Diante do processo de transformação que a terceira idade traz, a grande maioria dos idosos faz uso de medicamentos. Muitos desses remédios provocam sonolência. Por exemplo, os medicamentos para o tratamento de doenças cardiovasculares que diminuem a pressão arterial provocam tonturas, moleza e sono em excesso.

Demências

A presença excessiva da sonolência durante o dia pode sinalizar a perda de capacidade mental no idoso e possíveis problemas neurológicos mais sérios, que exigem uma investigação mais específica.

Tratando-se de demências degenerativas, sem cura, quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maior a probabilidade de oferecer tratamentos para melhorar a qualidade de vida do idoso durante a progressão da doença. O caminho é tentar preservar as células e evitar o aparecimento de sintomas mais graves.

Diante dessa perspectiva, os medicamentos contribuem para preservar a memória e retardar a morte dos neurônios, ao passo que as atividades comportamentais, como aulas de dança, música e artes, ajudam o paciente a estar em movimento e proativo.

Doenças

Além das demências, existem outras doenças, como problemas renais, hipertensão, hipotireoidismo e diabetes, que provocam o desequilíbrio metabólico do organismo, especialmente em idosos, desencadeando, entre outros sintomas, a sonolência excessiva.

Narcolepsia 

Essa é uma doença crônica com manifestações clínicas no sono. Apesar de não oferecer risco direto à vida, a sonolência excessiva diurna é o primeiro sintoma que atinge a maioria dos pacientes e o mais incapacitante. Inclusive, os ataques de sono e a cataplexia têm sido a causa de inúmeros acidentes de trânsito.

Diante das complicações que podem ser ocasionadas pela sonolência excessiva do idoso, torna-se imprescindível ter conhecimento sobre a condição e procurar a ajuda de especialistas, que podem oferecer uma melhor qualidade de vida ao paciente.

A importância do cuidador para idosos 

Envelhecer é uma conquista. No entanto, o processo de envelhecimento provoca mudanças. Muitos idosos perdem a capacidade física, motora e emocional, ficando dependentes em diversos aspectos. Isso gera nos familiares uma certa preocupação, visto que muitos deles não estão preparados para oferecer os cuidados necessários e adequados.

Poder contar com um cuidador especializado pode garantir ao idoso uma rotina com maior qualidade e a promoção do envelhecimento saudável, a partir de uma atenção mais individualizada e humanizada, considerando a subjetividade e a necessidade do indivíduo.

O cuidador atualmente tem assumido um papel importante, que envolve vários aspectos de atenção e carinho para viabilizar uma vida com dignidade a quem já dedicou parte de sua existência ao trabalho e ao cuidado com o próximo. Esse profissional representa para o idoso uma velhice mais segura, com o devido acompanhamento.

Ao longo do texto, podemos perceber que o envelhecimento é uma fase que exige novos hábitos, readaptações e cuidados específicos que possibilitem ao idoso viver com maior qualidade. Por isso, é importante compreender os sinais que o corpo vai demonstrando, como a sonolência excessiva diurna em idosos, sinal de alerta para buscar ajuda. Assim, é possível passar por esse momento de uma forma mais tranquila e saudável.

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Você pode tomar alguns cuidados para evitar que um idoso fique por 2 horas na cama

Existem algumas formas de atenuar os efeitos dessa síndrome em idosos, como:

  • Manter o idoso ativo durante o dia: isso ajuda-o a dormir melhor à noite;
  • Evitar cochilos na parte da tarde;
  • Incentivar a prática de exercícios físicos;
  • Desenvolver atividades recreativas que estimulem e deixem o idoso sempre em movimento;
  • Ter uma alimentação saudável e balanceada;
  • Evitar consumir cafeína e açúcar à noite;
  • Evitar fazer refeições em horários tardios;
  • Procurar um médico que possa detectar problemas clínicos como dores e infecções;
  • Aproveitar a luz do dia: a exposição a luz do sol pode ajudar a reduzir alguns sintomas da síndrome, principalmente quando aliado à prática de exercícios;
  • Proporcionar ao idoso um ambiente confortável para dormir; além de manter o cômodo parcialmente iluminado para reduzir os riscos de confusão mental caso o idoso perambule à noite;
  • Ajudar ao idoso a se orientar em relação ao tempo e espaço, lembrando-o onde ele está e que horas são;

Com os devidos cuidados tomados, as chances do idoso apresentar quadros da Síndrome do Pôr do Sol tende a diminuir! Além disso, existem diversos outros cuidados que podem amenizar os sintomas para esses momentos de dificuldades. Na plataforma de ensino do Alzheimer360 você encontra cursos e palestras de médicos e especialistas ensinando com lidar com o idoso

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